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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Microsoft x Apple: quem ganha esta batalha?

Site reuniu diversos relatórios feitos por empresa de tendências do uso da internet e fez algumas previsões sobre o mundo tecnológico do futuro

Quando se trata de Microsoft e Apple, a batalha é acirrada para determinar quem está ganhando no mundo tecnológico. No uso de computadores, por exemplo, a Microsoft está à frente. No entanto, a Apple passou a construir um negócio lucrativo após o outro. Mas e quanto ao uso de internet vindo de aparelhos das duas companhias?

O site ZDNet analisou diversos relatórios feitos pela Net Market Share, uma empresa que fornece dados sobre tendências de uso da internet, sobre desktops e plataformas móveis durante o período de novembro de 2007 e outubro de 2010. Confira abaixo as tendências analisadas pelo site de tecnologia.

Windows XP continua em declínio constante. Em 2008 mais de um ano após o lançamento do Windows Vista, os usuários continuavam utilizando o XP. Menos de 10% substituíram a plataforma e cerca de 5% de todos os PCs Windows estavam utilizando versões anteriores ao XP. No entanto, a história mudou quando o Seven foi lançado. Nesse período, o número de usuários utilizando XP caiu mais de 20% em dois anos e continua caindo, da mesma forma que usuários de versões anteriores ao XP.

Apesar disso, não há evidências de que haverá um abandono significativo da plataforma Windows no mercado. A fatia de mercado de PCs com Windows caiu nos últimos dois anos e meio de 95.4% para 91.1%. Apesar disso, a queda não está relacionada somente ao Windows, mas sim a todos os sistemas operacionais. O uso do Linux, por exemplo, caiu de 1.08% para 0.85%. já o OS X manteve: de 5.26% para 5%.

A Apple apostou em campanha publicitária de maneira agressiva para o OS X. Enquanto a Microsoft estava sofrendo com o Windows Vista e sua pequena faixa de adesão no mercado de plataformas, a Apple apostou em campanha publicitária para o OS X. O resultado foi um crescimento para mais de 5% no ano passado, apesar de ter estagnado a partir deste momento (o que poderia explicar a campanha da Apple "Volte para o Mac" lançada há alguns dias). Porém, a cota global da Apple na internet continua a subir graças aos dispositivos móveis da empresa, como é o caso do iPhone e iPad.

A internet móvel está crescendo em um ritmo absurdo. Em 2007, o tráfego da internet vindo de dispositivos móveis foi quase inexistente (0.09%). Hoje, aparelhos móveis correspondem a cerca de 3% do tráfego global de internet, seguindo um crescimento de duas vezes a cada oito meses. Nesse quadro, o tráfego da internet vindo da comunidade mobile chegará a mais de 20% nos próximos dois ou três anos.

A Apple ganha da Microsoft quando o assunto é dispositivos baseados no iOS. No quesito dispositivos móveis, a Apple lidera a categoria com 42% de todo o tráfego da internet, seguido por uma plataforma Java, a Java Micro Edition (ME), que possui 37% do mercado - provavelmente sendo executada principalmente em aparelhos Nokia. Em terceiro lugar está o Symbian (11%) e em quarto o Android (8%).

O mercado de dispositivos móveis que assume tarefas que antes eram feitas por computadores está crescendo e, como exemplo disso, a própria Microsoft lançou o Windows Phone 7 em uma tentativa de abraçar este mercado de maneira satisfatória - e superar a Apple neste mercado.

FONTE: OLHODIGITAL

25/10/2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Apple supera IBM em lucro e divulga previsões de vendas

Enquanto a IBM investe no setor empresarial, a Apple vai ganhando espaço com seus gadgets criados pelo CEO Steve Jobs

A Apple divulgou um salto de 70% no seu lucro trimestral, superando o lucro reportado pela IBM. Para o mercado isso nada mais é que um sinal de que a aposta de Steve Jobs nos gadgets está pagando todas as contas da empresa e ainda rendendo um bom lucro. A fabricante do iPhone relatou um lucro de US$ 4,31 bilhões no trimestre, que acabou em setembro, enquanto a IBM teve no mesmo período US$ 3,59 bilhões.

Os resultados da Apple tornam a empresa a segunda mais rentável dos Estados Unidos, ficando atrás apenas da Microsoft. Isso ilustra como os consumidores estão lidando com as inovações tecnológicas, um cenário completamente diferente da época em que a IBM era a maior empresa de tecnologia e apostava apenas para empresas e não usuários finais.

A receita trimestral da Apple também teve ótimo resultado. A empresa gerou US$ 20,3 bilhões, com um crescimento de 67% mesmo com as vendas do iPad menores do que o esperado pelos analistas. Já a receita da IBM foi de US$ 24,3 bilhões, 3% acima do ano anterior.

Embora ambas as empresas tenham raízes comuns no negócio da computação, a Apple conseguiu com Jobs se transformar em uma máquina de lucros por meio de uma série de produtos eletrônicos de sucesso que começou com o iPod e seguiu com o iPhone. Em maio, a Apple ultrapassou a Microsoft como a maior empresa com tecnologias valiosas, ultrapassando a capitalização de mercado da sua rival.

Enquanto isso, a IBM sob o comando de Samuel J Palmisano, derrubou o seu negócio focado em PCs e tem se dedicado unicamente a tecnologias para empresas. Entre outras novidades, a empresa apostou na oferta de combinações de software de negócios e serviços de tecnologia que ajudam as empresas e governos a resolver problemas complicados como fraudes. A estratégia de mudança de foco se tornou um grande sucesso entre os investidores e as ações da IBM atingiram seu auge.

No entanto, a ascensão da Apple é uma grande virada, pois a empresa se manteve atrás da IBM durante décadas. Em uma rara aparição na conferência trimestral da Apple, o CEO Steve Jobs não fez muitos comentários sobre os lucros de sua empresa, mas disse que "não poderia deixar passar em branco os primeiros US$ 20 bilhões em receita trimestral da companhia".

Jobs disse que a Apple está em uma boa posição no mercado de smartphones e tablets e criticou a fragmentação no mercado de celulares inteligentes devido à entrada de diversos fabricantes como a Google e seu sistema Android. "Acreditamos que a atual safra de tablets de sete polegadas morrerá logo", diz Jobs a respeito das pequenas telas, o sistemas operacional Android, os preços e a falta de aplicativos.

No segundo semestre de 2009, o lucro da Apple foi bem menor do que o da IBM. A empresa teve US$ 1,2 bilhão e a IBM US$ 3,1 bilhões, uma diferença bem maior do que a atual. Tudo isso porque Palmisano rejeitou alguns produtos de consumo que têm impulsionado o crescimento da Apple, em particular, os smartphones. Em uma recente entrevista, Palmisiano disse que não queria que a IBM tivesse desenvolvido o iPad porque acredita que é difícil manter a rentabilidae de produtos tão competitivos.

Ao invés disso, a IBM oferece as ferramentas para a internet móvel, a venda de servidores e softwares que ajudam as empresas a executar esses dispositivos. Apesar de ser um negócio menos glamuroso, garante um fluxo constante de lucro.

No último trimestre a Apple foi impulsionada pela demanda de seu iPhone, que vendeu mais de 14 milhões de aparelhos em seu quarto trimestre fiscal, quase o dobro de um ano atrás. A empresa ainda acredita que teria vendido mais se tivesse tido a capacidade de produzir mais. Já as vendas dos iPads bateram 4,2 milhões durante o trimestre, gerando a receita de US$ 2,79 bilhões. Os resultados foram inferiores às expectativas dos analistas, que acreditavam que venderiam cerca de 4,7 milhões de aparelhos. Mas a Apple disse que aumentou a produção para se preparar para as férias e vai ampliar a distribuição do produto.

No setor de notebooks, a venda dos Macs aumentaram 27% em um ano, pulando para 3,9 milhões de computadores vendidos, enquanto que o iPod caiu 11% nas vendas. Em sinal de otimismo, a Apple divulgou uma previsão de receita para o atual trimestre acima das expectativas de Wall Street. A empresa previu lucro de US$ 4,80 por ação e receita de US$ 23 bilhões no término do ano. Já a IBM elevou sua perspectiva de lucro para o ano todo. Segundo a empresa eles terão o lucro de US$ 11,40 por ação.

Nos gráficos abaixo dá para acompanhar a evolução de vendas dos gadgets de Steve Jobs e a receita do trimestre das maiores empresas de tecnologia.

gráfico apple

Fonte: olhodigital
19/10/2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Embratel compra mais de 70% das ações da Net por R$ 3,3 bilhões

A Embratel comprou 143,8 milhões ações preferenciais da Net a 23 reais cada em leilão nesta quinta-feira, 07/10. O giro financeiro da operação foi de R$ 3,3 bilhões, de acordo com dados da Bovespa. Como a concessionária conseguiu comprar 2/3 das ações, ela tem três meses para comprar o restante das ações, negociando diretamente com os minoritários.

Durante o leilão, a Embratel anunciou que o preço oferecido de 23 reais por ação da maior empresa de TV por assinatura do Brasil era definitivo, motivando acionistas que mais cedo haviam indicado um valor maior a aceitarem a proposta. O resultado do leilão abre caminho para que a Embratel compre a totalidade das ações preferenciais da Net em circulação no mercado.

As 143,8 milhões de ações preferenciais adquiridas representam pouco mais de 70% dos papéis dessa classe em circulação no mercado. A Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações da Net pela Embratel foi adiada duas vezes, primeiro de 9 para 29 de setembro e então para 7 de outubro. Compra das ações faz parte do projeto de integração no Brasil das empresas sob o controle do grupo América Móvil.
Fonte: ConvergenciaDigital
07/10/2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Brasil fica na 7ª posição no ranking mundial de domínios Web

A base mundial de domínios na internet cresceu cerca de 12,3 milhões no segundo trimestre de 2010, uma expansão de 7% em relação a 2009, afirma estudo publicado nesta quarta-feira, 06/10, pela VeriSign. No levantamento, o número de domínios com o código do Brasil subiu 5% em base anual.

De acordo com o estudo, o Brasil foi o sétimo maior registrador de novos domínios com código de país do mundo entre abril e junho. Em primeiro aparece a Alemanha, seguida por Reino Unido e China.

Sobre os nomes de domínio de primeiro nível, o segundo trimestre terminou com uma base de 196,3 milhões de domínios, ou alta de 7% (12,3 milhões de registros) sobre igual período de 2009 e 2% ante o primeiro trimestre.

A ordem dos maiores conjuntos de nomes de domínio em primeiro nível pouco se alterou no segundo trimestre. No período, os maiores conjuntos de nomes de domínio foram ".com", ".de" (Alemanha), ".net", ".uk" (Reino Unido), ".org", ".cn" (China), ".info", ".nl" (Holanda), ".eu" (União Europeia) e ".ru" (Rússia).
Fonte: Convergenciadigital
06/10/2010

Yahoo compra empresa de especializada na criação de banners


Objetivo é unir as plataformas criativas das duas companhias para criar mais alternativas de tecnologias gráficas voltadas à publicidade.

O Yahoo anunciou na última segunda-feira (05/10) a compra da Dapper, uma empresa especializada no desenvolvimento de anúncios no formato de banners e outras tecnologias gráficas voltadas para publicidade. Os valores do negócio não foram detalhados, mas analistas especulam que eles tenham girado em torno de cem milhões de dólares.

Com a aquisição da Dapper, o Yahoo quer unir as plataformas criativas das duas empresas para mais alternativas de publicidade gráfica, além de oferecer às agências maior eficiência e rendimento. Em comunicado, o Yahoo afirmou que “a era dos anúncios irrelevantes e não orientados parece mais perto do fim do que nunca”.

O Dapper já é um parceiro do Yahoo no SmartAds, uma ferramenta customizável lançada há três anos. Ela oferece versões personalizadas de publicidade, dependendo do navegador, localização, sexo e outros dados.

Fonte : idgnow

06/10/2010

Apple e Microsoft batalham em ringues separados

O Google cresceu demais e a Apple ultrapassou a Microsoft em valor de mercado. Já a Microsoft, se inova pouco, está com o mercado corporativo.

Por Marcos Morita

Mesmo atrasada, a Microsoft está na corrida para conquistar espaço nas novas mídias. Termos como computação em nuvem e web 2.0 até pouco tempo nem estavam no portfólio da empresa. Para diminuir esse visível atraso, a companhia lançará diversos smartphones com a nova versão do seu sistema operacional móvel, Windows Phone 7, em parceria com a operadora americana AT&T. Assim, a empresa abre mais um nicho de concorrência contra sua principal rival, a Apple.

Bem diferente do quase monopólio existente em notebooks e desktops, Bill Gates e sua turma tentam ganhar mercado nesse setor que anda bastante concorrido e pulverizado. Dados da consultoria Gartner apresentam uma desconfortável quinta posição, atrás de Symbian, RIM – Blackberry, IPhone OS e Android – este último um software aberto desenvolvido pelo Google.

O crescimento astronômico do Google e a ultrapassagem pela Apple em valor de mercado demonstram uma situação no mínimo inusitada para a Microsoft, empresa que já foi considerada sinônimo de tecnologia.

O cenário é incerto, apesar de seus principais produtos (Windows e Office) serem ainda o padrão vigente. Não obstante a incontestável liderança, as licenças têm apresentado uma queda significativa em seus preços – seja pela pirataria, padrões abertos ou até mesmo pela pressão da sociedade pelo modelo Google, cujo conceito está em oferecer conteúdo gratuito.

O problema pode estar no portfólio da Microsoft. Há poucos produtos inovadores – Xbox e Bing são ainda incipientes e incertos quando comparados com os concorrentes: PlayStation, Nintendo e Google. Um dos últimos lançamentos, o Windows Vista foi um fiasco, enquanto as novas versões estão cada vez mais interativas e parecidas com o principal concorrente. Isso demonstra uma fragilidade e dependência muito forte de poucos produtos, também chamados de vacas leiteiras na matriz BCG, desenvolvida pela consultoria Boston Consulting Group.

A Apple, por outro lado, apresenta um portfólio mais balanceado e completo, através dos produtos que compõem o seu mix – iPhone, iMac, iPod, iPad. Apesar das críticas iniciais sobre este último – cuja utilidade vinha sendo questionada – o fato é que o mesmo tornou-se um grande hit. A despeito de alguns pequenos tropeços, tais como o lançamento do iPhone 4 com alguns “bugs”, Steve Jobs não dá trégua a seus concorrentes, lançando novas versões de seus produtos em plena maturidade, evitando que outras marcas se aproveitem de eventuais fraquezas e desinteresse de produtos em declínio.

O efeito religioso dos macmaníacos pode ser comparado em certa medida com os usuários das motocicletas Harley Davidson – os quais vestem-se com a marca e até a tatuam em seus corpos, através de comunidades como a HOG (Harley Owners Group). No caso da Apple, creio que grande parte da “aura” esteja na figura do genial Jobs, cujo perfeccionismo e culto ao design chega quase à obsessão.

A estratégia de marketing da Apple é também mais sedutora, criativa e inovadora. Não apenas seus anúncios, mas a maneira como se apresenta ao mercado e os conceitos que vende, chamam muito mais atenção do consumidor atual. Pontos de venda em locais de altíssima visibilidade – como a loja envidraçada da 5ª Avenida – clientes que literalmente “dormem” nas filas só para terem o seu troféu antes dos demais e lançamentos mais do que aguardados, corroboram a preferência da marca pela diferenciação.

A Microsoft, por sua vez, parece mais preocupada em manter as alianças com os fabricantes, integradores e grandes contas ou “key accounts” – usuários cativos de seus produtos e base de sua estratégia de sucesso. Ao que tudo indica, o mercado corporativo ainda será uma de suas grandes apostas.

Apesar do menor glamour e destaque na mídia, esse nicho é bastante lucrativo e em certa medida as corporações são conservadoras, preferindo marcas consolidadas e compra de soluções e pacotes completos, também chamados de “turn key”. Para tanto são necessárias parcerias e acordos comerciais, campo no qual a Microsoft é extremamente experiente. Pelo visto, a batalha ainda não tem data certa para terminar, mesmo que a luta agora ocorra em ringues separados. [Webinsider]

Fonte: 06/10/2010

Oito tecnologias que transformam os negócios


Tecnologias emergentes, como cloud computing, mega-armazenamento de dados, softwares inteligentes e todas as aplicações do uso de telefonia móvel, por exemplo, ainda têm bastante espaço para crescer. Parte do mercado ainda não sabe usar as tecnologias disponíveis para transformar os negócios e para passar a atuar num patamar mais elevado.

A tecnologia, quando analisada num grande bloco isoladamente, não costuma ser encarada como um gatilho desencadeador de grandes negócios. Ao contrário. Como em geral é uma ferramenta de trabalho e não faz parte do core business da maioria das empresas, costuma ser subavaliada.

Quando o gestor extrai o melhor da tecnologia para explorar novos modos de fazer a empresa prosperar, percebe rapidamente que essa ferramenta é muito mais profícua. Entre as principais missões das tecnologias emergentes está a capacidade de gerenciar o relacionamento com clientes, o capital e os investimentos realizados, além de utilizar as informações a favor do crescimento da empresa, ganhando mercado de uma forma nunca antes experimentada em tão curto espaço de tempo.

As oito tecnologias que transformam os negócios de modo relevante são:

  1. Internet como ferramenta de relacionamento com o cliente. Nunca foi tão rápido compreender o que é preciso fazer para suprir as necessidades dos clientes de modo a fidelizar consumidores de produtos e serviços. A internet, e tecnologias correlatas, favorece esse entrosamento e resulta na maximização das potencialidades de cada empresa;
  2. Redes Sociais. O que vem sendo cada vez mais percebido é que as redes sociais já fazem parte da rotina de trabalho de muitos profissionais. Apesar de ser uma questão polêmica dentro das empresas, é necessário que os funcionários possam utilizar seus computadores de trabalho para acessar as redes sociais. Em muitos casos, não somente nas horas vagas. Em muitos negócios, é possível envolver os consumidores na concepção dos produtos, no design, nos testes, no pós-venda e inclusive no marketing viral;
  3. Cloud Computing. Trata-se de um modelo de negócio em que o cliente tem acesso a uma variedade de serviços, aplicações e soluções garantida pelo provedor. A ideia é permitir que se tenha acesso aos próprios dados ou aos dados da empresa em que se trabalha de forma remota. Isso certamente está revolucionando não só os negócios, mas o próprio ambiente de trabalho;
  4. TI Verde. A empresa que não se mostrar alinhada às questões mais discutidas no mundo globalizado e que não tiver sua marca associada a temas como crescimento sustentável, uso racional de recursos naturais, respeito ao meio ambiente e eficiência energética, estará sujeita a ser vista pelo mercado como uma usurpadora do planeta. Iniciativas comuns incluem redução de impressão em papel, aumento do uso de e-documents e terceirização de data center;
  5. Virtualização. Com a virtualização, os equipamentos físicos passam a se comportar como software, possibilitando relevante corte de custos e redirecionamento de recursos humanos para áreas mais estratégicas da empresa como criação de novos produtos e serviços, ou mesmo programas voltados para o bem-estar dos colaboradores. Há quem reconheça a virtualização como uma espécie de precursora da nuvem computacional;
  6. Terceirização do Banco de Dados. Mesmo durante a crise econômica internacional, a terceirização de Data Center foi o principal investimento realizado pelas empresas norte-americanas, de acordo com pesquisas de intenção. No Brasil, também se mostra uma opção inteligente e viável, já que libera o cliente de custos com imóvel, manutenção predial, energia, segurança, atualização de equipamento, contratação de equipe especializada em gestão especializada etc. O principal ganho, entretanto, é que o cliente terá mais tempo e recursos disponíveis para se dedicar ao próprio negócio;
  7. m-Commerce. Os pagamentos por telefonia móvel estão sendo viabilizados. Apesar de muitas ferramentas ainda estarem em fase de testes, pagar uma conta fazendo uso do aparelho celular oferece o mesmo nível de segurança de uma transação bancária via internet. Ou mais. Trata-se de um procedimento muito parecido com o débito automático. Basta aproximar o celular a um leitor habilitado (POS), conectado a um terminal. As informações são transmitidas pelo telefone através de uma antena de curto alcance, e a informação de pagamento é processada rápida e seguramente. Cada vez mais os compromissos financeiros deixarão de representar um entrave na rotina das pessoas;
  8. Segurança/Monitoramento. Além dos dispositivos de segurança, com um simples sistema de monitoramento é possível resolver pendências de diversos setores e serviços necessários para a manutenção de uma empresa. É o caso do NOC, que, a partir de telas de alta resolução interligadas à rede de gerenciamento do banco de dados da empresa, permite controlar inúmeros servidores físicos e serviços em tempo real. O sistema é capaz de detectar falhas ou possíveis interrupções de links, roteadores e servidores, emitindo alertas e permitindo reduzir a incidência de problemas.
  9. Fonte: Imastrs 06/10/2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ações de estrangeiras giram quase R$ 3 mi na estreia; Apple foi a mais negociada


Os investidores negociaram R$ 2,87 milhões na estreia das ações de dez grandes empresas estrangeiras no mercado brasileiro. A BM&F-Bovespa registrou 54 negócios com as chamadas "BDRs" ("recibos" de ações negociadas no exterior) de todas as empresas. A BDR da Apple se destacou como a mais procurada pelos investidores, com dez negócios.

A negociação desses "recibos" faz parte da estratégia da Bovespa para se internacionalizar. São o equivalente das ADRs (American Depositary Receipts) de empresas brasileiras já negociados na praça financeira de Nova York. No caso brasileiro, uma ação de empresa estrangeira equivale a dez BDRs.

Esses ativos não foram negociados no pregão tradicional da Bolsa de Valores, mas num segmento à parte, o mercado de balcão organizado, que é menos regulamentado e mais restrito: somente instituições financeiras, administradores de investidores e fundos são autorizados a operar.

A instituição depositária desses papéis no país é o grupo alemão Deutsche Bank. Veja abaixo a lista das empresas com BDRs.

1 - Apple (tecnologia da informação)
2 - Google (tecnologia da informação)
3 - Bank of America (setor financeiro)
4 - Arcelor Mittal (siderurgia)
5 - Goldman Sachs (setor financeiro)
6 - Avon (bens de consumo)
7- Walmart (varejo)
8 - Exxon Mobil (petróleo e gás)
9 - McDonald's (alimentação)
10 - Pfizer (setor farmacêutico)

Fonte : Uol

05/10/2010

Internet Explorer detém menos de 50% do mercado pela 1ª vez


A história da internet pode não ser mais a mesma após a divulgação de um relatório da empresa de estatísticas StatCounter nesta terça-feira (5). Em marco inédito, o Internet Explorer, navegador feito pela Microsoft, registrou menos de 50% de participação no mercado mundial.

Segundo as contagens do relatório, a participação do IE caiu para 49,87% em setembro. O browser é seguido pelo Firefox, com 31,5% de participação no mercado.

O navegador que prossegue em crescimento é o Chrome, do Google: se ele tinha 3,69% do mercado em setembro de 2009, o porcentual de setembro de 2010 chega a 11,54%.

"É certamente um marco na guerra dos navegadores da internet", disse o executivo-chefe da StatCounter, Aodhan Cullen. "Há apenas dois anos, o Internet Explorer dominava o mercado mundial com 67%."

O acordo de competitividade feito entre a Microsoft e a Comissão Europeia --a fim de que a empresa oferecesse escolha aos usuários europeus sobre os navegadores além do IE-- foi diretamente proporcional à queda global do browser, afirmou ele.

As contagens da companhia se baseiam em uma amostra que excede 15 bilhões de visitas a sites por mês, coletadas a partir de mais de 3 milhões de sites.

As análises da companhia podem ser vistas, na íntegra, aqui.

Já a empresa Net Market Share apresentou outro relatório divulgado sobre setembro : nesse mês, o IE detinha 59,65% (o número é variável de acordo com os métodos de medição das companhias).

Fonte: Folha

05/10/2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Apple supera Sony na área de games portáteis nos Estados Unidos

iPhone, iPad e iPod Touch também já ameaçam os consoles de mão oferecidos pela Nintendo











Uma nova pesquisa revela o que muitos já suspeitavam no âmbito dos games: iPhone, iPad e iPod touch superaram o PSP, da Sony, como plataforma de games nos estão quase ultrapassando o Nintendo DS.

De acordo com os dados da International Gamers Survey 2010, a partir da empresa de consultoria e pesquisa de mercado Newzoo, 77 milhões de americanos jogam em seus celulares ou dispositivos portáteis. Desses, mais de 40 milhões usam o iPhone, iPod touch ou o iPad.

A plataforma de escolha para 41 milhões (os números não são excludentes) com idade de 10 anos para cima é o Nintendo DS e o DSi, e 18 milhões de americanos utilizam o PSP da Sony para jogar. A pesquisa também revela que dois terços dos usuários de iPad e PSP jogam games pelo menos três vezes por semana, comparado a metade dos usuários de DS, DSi, iPhone e iPod Touch. Players que gastam dinheiro em jogos são maior número nos aparelhos da Nintendo (67%) e PSP (66%), comparado aos detentores de iPod touch/iPhone (45%) e iPad (32%).

Grande parte dos 150 milhões de americanos que jogam no computador também o fazem em outras plataformas, de acordo com os dados. Quase 14 milhões de usuários do Nintendo DS/DSi (34%) também jogam no iPod Touch. A pesquisa mostra também que quase 90% das pessoas que jogam no iPad também utilizam um iPhone ou iPod Touch.

Apesar dea maioria dos jogos para plataformas Apple geralmente ser mais barata, os gamers de DS e PSP tendem a gastar mais dinheiro comprando jogos. Aproximadamente 50% por cento dos donos de DS/DSo e 59% dos usuários de PSP gastam mais de 10 dólares por mês em games, mais do que os 38% daqueles que possuem um iPhone e iPod Touch. A maior taxa é dos usuários de iPad, com 72%.

A presença da Nintendo na Europa é mais forte. O abismo entre a companhia japonesa e a Apple é muito maior em mercados europeus importantes, comparado aos EUA, de acordo com os dados na relação abaixo. Os números são em quantidade de jogadores:

tabelaapplexnintendo.jpg


A Newzoo afirma que a parte dos jogadores pagantes é comparável com os números americanos, mas os gamers estão gastando menos em média por mês.

Fonte : Site Uol

15/09/2010

Estudo aponta quanto o Brasil e o mundo ganharia com diminuição da pirataria de software

Diminuição de 10% do problema dentro de quatro anos geraria 12,3 mil novos empregos no país e 500 mil no mundo


Um estudo feito pela Business Software Alliance (BSA) em parceria com a IDC e divulgado nesta quarta-feira, 15/09, aponta que a redução de 10% na pirataria de software no Brasil dentro de quatro anos resultaria no aumento do PIB em US$ 3,9 bilhões, gerando 12,3 mil novos empregos e um crescimento na arrecadação de impostos na ordem de 888 milhões de dólares. Já em termos globais, essa queda no mesmo período resultaria no ganho de 142 bilhões de dólares para a economia e criaria quase 500 mil empregos.

Só para se ter uma ideia do espaço desse mercado no Brasil, atualmente o setor de TI emprega 600 mil brasileiros e em 2009 a área de software faturou 15,3 bilhões de dólares, um aumento de 2,4% em relação ao ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

O país apresenta hoje um índice de pirataria de software de 56%, conta cerca 40% da média mundial. Mas ainda que lentamente, de acordo com o estudo, o Brasil está no caminho certo para o combate do problema e nos últimos quatro anos registrou uma queda de 8 pontos percentuais.

Em 2009, a pirataria causou perdas de 51 bilhões de dólares no mundo e cerca de 2,25 bilhões no Brasil.
15/09/2010

Publicidade em games traz lucros para empresas

Nielsen analisou receita antes e depois de incluir publicidades em seis títulos da EA Sports. Gatorade teve crescimento nos lucros de 24%

A Nielsen decidiu estudar o efeito da publicidade em jogos virtuais e o resultado foi que os anúncios no mundo online aumentam as vendas de produtos no mundo real.

A empresa analisou seis títulos da EA Sports, dentre os quais está NHL 20 e NBA Live 09. Nos títulos, a Nielsen comparou dados de antes e depois de incluir a publicidade nos games. Anúncios do Gatorade presentes no jogo, por exemplo, aumentaram a receita da fabricante da bebida em 24%.

O estudo foi baseado no painel norte-americano Homescan da empresa, que conta com mais de 100 mil famílias. Dessas famílias, um subgrupo havia escaneado os códigos de barras UPC (Universal Product Codes) de games, que foram combinados com um banco de dados de mais de 4 mil títulos de games.

Essa é a primeira vez que as vendas provenientes de publicidades dentro de jogos são analisadas.
Fonte: Uol
15/09/2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Vendas de videogames nos EUA caem 10% em agosto


As vendas de videogames no varejo norte-americano caíram 10% em agosto, afirmou a consultoria NPD na quinta-feira, marcando mais um mês consecutivo de queda para o setor.

As vendas de hardware recuaram 5%, para 282,9 milhões de dólares, enquanto as de software diminuíram 14%, para 403,5 milhões de dólares.

"Enquanto todas as categorias caíram em dólares e em unidades, o segmento portátil da indústria está caindo mais do que a área de consoles", disse a analista da NPD Anita Frazier, em nota.

No acumulado de 2010, as vendas nos Estados Unidos recuaram 8%.

O Xbox 360, da Microsoft, foi o console mais vendido em agosto, pelo terceiro mês consecutivo. O Wii, da Nintendo, ficou em segundo lugar, seguido pelo PlayStation 3, da Sony.

O novo "Madden NFL 11" da Electronic Arts foi o jogo mais vendido no mês passado. As vendas do título foram 6% maiores em relação a 2009, quando foi lançado, segundo a NPD.

Os dados da NPD sobre as vendas no varejo não contabilizam jogos usados, downloads digitais, assinaturas ou redes sociais.

Fonte: Folha.com

10/09/2010

Brasil perde duas posições em ranking de competitividade global


Nova edição de estudo do Fórum Econômico Mundial coloca País na 58.ª posição entre 139 países; infraestrutura ajuda a derrubar nota.

O Brasil caiu duas posições no ranking de competitividade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, ficando acima do Chile e do México e abaixo da China e da Índia. O estudo foi divulgado na quinta-feira (9/9).

Do 56.º, o País caiu para o 58.º, com 4,28 pontos. Para o Fórum, no entanto, o país permaneceu estável por causa da queda de 0,02 ponto na nota, que foi considerada leve.

A divulgação do ranking é feita quatro dias antes da Reunião Anual de Novos Campeões 2010, em Tianjin (China). A reunião, que é chamada de "Davos de verão", terá início em 13 de setembro.

Os Primeiros
O primeiro lugar do ranking de competitividade é da Suíça, com 5,63 pontos. Em seguida vêm Suécia (5,56), Cingapura (5,48), Estados Unidos (5,43), Alemanha (5,39) e Japão (5,37). O último do ranking dos 139 países avaliados foi o Chade, com 2,73 pontos.

Entre os Brics, a China foi a única a melhorar sua posição no ranking, subindo duas posições para o 27.º lugar (4,84 pontos). A Índia caiu duas posições, de 49.º para 51.º, mas com uma pequena melhoria na pontuação (4,33). A Rússia, por sua vez, ficou em 63.º lugar, com 4,24 pontos.

Já na comparação com os países da América Latina, o País aparece atrás do Chile, que ficou em 30.º lugar, com 4,69 pontos, mas à frente do México, em 66.º (4,19). A Argentina ficou em 87.º lugar (3,95) e a Venezuela, em 122.º (3,48).

Itens valorizados
O ranking valoriza o que o Fórum chama de “12 pilares da competitividade”: instituições, infraestrutura, macroeconomia, saúde e educação primária, educação superior e treinamento, eficiência de mercado, eficiência do trabalhador, desenvolvimento do mercado financeiro, prontidão tecnológica, tamanho do mercado, sofisticação de negócios e inovação.

De forma geral, o relatório do Fórum Mundial ressalta como os cinco fatores mais problemáticos para a atuação das empresas a legislação tributária, o custo dos impostos, a infraestrutura inadequada, leis trabalhistas restritivas e burocracia governamental ineficiente.

Na comparação com os 139 países do estudo, o Brasil permaneceu no fim da lista em itens como Crime Organizado (125.º), Impacto da legislação governamental (139.º), confiança pública nos políticos (127.º), taxas de juros (136.º) e extensão e efeitos dos impostos (139.º).

Sob outros aspectos, o Brasil saiu-se acima da média dos 139 países. Os itens Adoção Tecnológica e Tamanho do Mercado receberam nota 5,28 e 5,60, respectivamente. No entanto, as nota de infraestrutura (3,76) colaborou para a redução da nota final.

Transferência de tecnologia
O Brasil ficou em 23.º lugar no ranking da transferência de tecnologia proporcionada por investimentos estrangeiros diretos, com nota 5,2 (a média dos 139 países foi 4,6) – atrás do Chile (20.º) e à frente da Índia (28.º).

Absorção de tecnologia
No ranking que mede o quanto as empresas do País absorvem nova tecnologia, o Brasil ficou em 46.º, com nota 5,2 – acima da média de 4,9. Nesse quesito, Chile e Índia tiveram melhor pontuação, ocupando os 37.º e 39.º lugares, respectivamente.

Disponibilidade das últimas tecnologias
O País ocupou o 50.º lugar no ranking de disponibilidade local das tecnologias mais recentes, com nota de 5,5 (a média foi de 5,1). O Chile ocupou a 26.ª posição, com nota 6, enquanto a Índia ficou em 41.º lugar, com nota 5,6.

Investimentos em P&D
No ranking dos investimentos corporativos em pesquisa e desenvolvimento, o Brasil ficou entre os 30 primeiros, ocupando a 29.ª colocação, com nota de 3,8 – a média foi de 3,2. Ficamos atrás da China, mas à frente da Índia (37.º).

Capacidade para inovação
O quesito avaliou a forma com que as empresas do país obtém tecnologia, se por licenciamento ou cópia (menor nota) ou por pesquisa pioneira formal (maior nota). O Brasil destacou-se entre os 30 primeiros (29.ª posição, com nota 3,8). Tal como nos investimentos em P&D, a média foi de 3,2.

Colaboração entre empresas e universidades
Outro item em que o Brasil ficou acima da média, o ranking que mede o grau de colaboração em pesquisas por parcerias entre empresas e universidades trouxe o País na 34.ª posição, com nota de 4,3 (a média foi de 3,7). A Costa Rica ficou em 28.º lugar e o Chile, em 39.º.

Usuários de Internet
No ranking do número estimado de usuários de Internet para cada cem habitantes, o Brasil ficou em 57.º lugar, com 38,7 (equivalente a 38,7% da população, o que resultaria em aproximadamente 75 milhões de internautas). O país com mais usuários, relativamente à população, é a Islândia (93,5). Os Estados Unidos aparecem em 17.º (76,2).

Assinaturas de banda larga
O Brasil apareceu em 58.º lugar na classificação de países em número de assinaturas de banda larga fixa para cem habitantes, com 7,5. Está logo atrás da China (57.º) e a dez posições do Chile (48.º). Nesse quesito, o país do BRIC melhor posicionado é a Rússia, em 50.º lugar; a Índia apareceu na 100.º posição.

Para a coleta e o tratamento dos dados referentes ao Brasil, o Fórum Econômico Mundial teve a colaboração da Fundação Dom Cabral e do Movimento Brasil Competitivo.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br

10/0/09/2010