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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Especial: Saiba como livrar-se do lixo em seu PC

É inevitável, seu PC vai ficar lento com o tempo. Veja como fazer uma boa limpeza e amenizar o problema, sem reinstalar o Windows.

Fato: Seu PC com Windows está ficando mais lento. Talvez ele esteja demorando mais para inicializar ou desligar, ou o HD esteja sendo acessado constantemente. Talvez o simples ato de abrir um aplicativo esteja demorando muito mais do que de costume. E embora o Windows 7 seja mais veloz que as versões anteriores, ele ainda pode ficar lento, especialmente se você instalar e desinstalar um monte de aplicativos.

Neste artigo vou explicar o que é necessário para limpar o “lixo” que se acumulou em seu micro ao longo do tempo. Vamos falar de tempo de boot, problemas com o HD e do misterioso Registro do Windows. Também vou explicar como você pode minimizar o problema no futuro, com dicas de pequenas mudanças em seus hábitos no dia-a-dia.

Possíveis culpados pela lentidão misteriosa em seu PC

Às vezes um PC começa a “se arrastar” sem aviso, e o motivo nem sempre está claro. Embora o foco deste artigo seja na limpeza do sistema operacional e prevenção de problemas a ele relacionados, vale a pena mencionar brevemente alguns problemas de hardware que podem causar lentidão súbita.

Memória que desapareceu: Às vezes a BIOS da máquina pode se “reiniciar” sozinha, sem seu conhecimento. Isto pode acontecer durante uma queda de energia, ou se você desligou a máquina durante o processo de “POST” (a verificação inicial do hardware: contagem de memória, detecção dos discos, etc). Nesse caso, as opções relacionadas à velocidade da memória podem ser redefinidas para algo mais conservador. O resultado será uma queda de desempenho ao rodar aplicativos que exigem muito da memória.

Outro problema é que a quantidade de memória disponível pode subitamente ser reduzida. Em placas-mãe recentes baseadas nos chipsets P55 e X58 da Intel há um dissipador de calor que se instalado incorremente pode “dobrar” as trilhas da placa-mãe que levam a um dos slots de memória. O resultado é que o sistema pode se tornar incapaz de detectar um dos módulos (ou “pentes”) de memória, reduzindo a quantidade disponível para o Windows em um terço ou até mesmo pela metade. Isto prejudica o desempenho, especialmente quando há muitos aplicativos abertos e é necessário recorrer à “memória virtual” no HD.

Superaquecimento: Processadores modernos da Intel e AMD automaticamente reduzem seu ritmo de funcionamento se a temperatura subir acima de um certo limite, o que pode acontecer se os ventiladores do processador ou do gabinete estiverem cobertos de poeira e começarem a girar mais devagar. Confira as temperaturas do processador e do sistema na BIOS ou usando um utilitário apropriado (geralmente fornecido juntamente com a placa-mãe).

Falha iminente do HD: Discos rígidos modernos são capazes de detectar setores defeituosos (bad sectors) e automaticamente copiar os dados para setores “seguros” de reserva definidos durante o processo de fabricação. Isto acontece raramente, mas quando um HD começa a falhar tal comportamento pode se tornar mais frequente.

O resultado é o uso constante do disco, já que o sistema começa a tentar encontrar setores “bons” disponíveis. Se você suspeitar de problemas, habilite a função SMART na BIOS de seu PC, que irá obter informações de diagnóstico que podem ajudá-lo a identificar um HD “nas últimas”, e lhe dar tempo suficiente para copiar seus dados para um local seguro antes que seja tarde demais.

Fonte: Idgnow

25/10/2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Busque códigos diretamente do seu browser com iMasters Code


No início de outubro o iMasters lançou mais uma novidade para a comunidade: iMasters Code. Um repositório de códigos gratuitos, feitos pelos usuários e para os usuários.

Em poucos dias o repositório já conta com quase 300 códigos, abrangendo diversas linguagens, frameworks, CMSs e também desenvolvimento para aplicativos móveis. Nos primeiros dias se destacam os códigos para PHP, ASP, Javascript e WordPress.

A participação é livre e gratuita. Basta acessar code.imasters.com.br e começar a disponibilizar os códigos. Aproveite e siga no Twitter @imasterscode para saber das atualizações do site.

O iMasters Code também disponibiliza uma ferramenta para ser agregada à barra de buscas dos navegadores, para facilitar a busca por códigos dentro do repositório. A ferramenta funciona no Firefox, no Internet Explorer (7 ou superior) e no Chrome. A seguir, veja como instalar a ferramenta de buscas no seu navegador.

Instale no Firefox ou no Internet Explorer

Próximo à barra de endereços, localize a barra específica para buscas (onde provavelmente você já tem vários mecanismos instalados, como Google, BuscaPé e Wikipedia). Estando dentro do repositório, clique na seta para exibir os mecanismos de busca. Você verá que agora existe um novo item pronto para ser adicionado:



Basta clicar em Adicionar "Repositórios iMasters Code" e o mecanismo de buscas do repositório será agregado à sua barra de buscas. Ela ficará assim:

Instale no Google Chrome

  • Entre na index do repositório
  • Clique com o botão direito na barra de endereço
  • Edite os mecanismos de pesquisa
  • O repositório iMasters Code vai aparecer como uma das opções
  • Selecione o repositório (não o portal, olhe bem o endereço) e clique em editar
  • O campo palavra-chave é o campo que levará para a busca, quando você digitar o termo na barra e apertar a tecla tab. Por exemplo, se você colocar como palavra-chave "code", ao digitar na barra de endereços code e apertar tab, o que for digitado à frente será buscado no iMasters Code.
  • Fonte: imasters
  • 15/10/2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Cinco tendências para observar em 2011

Lista é baseada nos planos de investimento das companhias no próximo ano


As listas de tendências em TI surgem às cascatas quando o final de ano se aproxima e é comum que muitas sejam super valorizadas e acabem esquecidas. Por outro lado, outras que passam despercebidas, em um primeiro momento, acabam roubando a cena e realmente transformam o mercado.

Na verdade, elaborar as listas é um desafio, pois muitos movimentos de mercado são imprevisíveis. Mas um dos critérios mais precisos é acompanhar para onde o dinheiro está indo. Com isso em mente, elaboramos uma lista com as cinco tecnologias ou conceito que podem decolar em 2011.

1 - A recessão mundial é transformadora.
Desde o final de 2008, muitas companhias que encararam a desaceleração no crescimento compensaram a produtividade com profundos cortes de orçamento. Em muitos casos, o total que deixou de ser gasto ficou reservado, aguardando o momento certo para ser colocado a disposição novamente. Como querem voltar a crescer, a tendência é a de que invistam em novas tecnologias, com potencial para gerar lucratividade. Por outro lado, a adição de recursos complementares aos que já existem deve ser adiada, uma vez que os principais líderes de TI estão preocupados planejando como atender as demandas mais urgentes da área de negócios, buscando prazos mais curtos para isso.

2 - Tecnologias que cortam custos permanecem em destaque.
Dada a recessão, não é surpresa que a virtualização, elemento mais óbvio para o corte de custos, está ainda mais em destaque agora. Um ano atrás, o Gartner a colocou no topo das principais tecnologias para 2010, baseada em pesquisa com CIOs. Pelos nossos critérios, elas continuam no topo, seguida da computação em nuvem, software como serviço (SaaS) e aplicações de análises de negócios.

3 - Mobilidade explode
Todos podem ver que a mobilidade é uma das bolas da vez no mercado de tecnologia, mas os fornecedores estão realmente focados em gerenciamento, suporte, segurança e outros desafios que vêm com a computação móvel? Um grande percentual de profissionais está levando ao ambiente de trabalho dispositivos de armazenamento rápido e colocando documentos e e-mails sensíveis neles. E os tablets estão chegando com força cada vez maior. Mais de 30 deles foram anunciados ou entregues em 2010 e são baratos o suficiente para que muitos os comprem.

4 - Software está mudando rápido
Pegue o fenômeno da nuvem pública, pense em aplicações de larga escala baseadas em mobilidade web e você verá o começo de uma tendência que pode transformar a forma como trabalhamos. Quando você conecta dados significativos da corporação aos tablets por meio do seu data center, seja em nuvem pública ou privada, você tem tecnologia transformadora. Finalmente o mundo da TI consegue desacorrentar os trabalhadores de suas estações de trabalho, de forma que eles mantenham contato completo em qualquer lugar que estejam. Os dias dos aplicativos corporativos monolíticos, inflexíveis, baseados em redes LAN e proprietário estão chegando ao fim.

5 - Empresa 2.0 seguirá seu caminho
Informação no modelo crowdsourcing, que é o real valor da Web 2.0 para as corporações, é uma ferramenta poderosa. É uma forma simples de ajudar a companhia a iniciar qualquer novo conceito. O uso dessa informação modela ideias, fornece visões valiosas e está no caminho para se tornar mais presente. Isso não significa que as ferramentas atuais de Web 2.0 vão acompanhar o movimento. Pelo contrário. As empresas estão vendo esse ponto como estratégia de negócios e não de tecnologia.

Fonte: Computerworld

11/10/2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

10 novas dicas, truques e hacks para WordPress


A cada dia, o WordPress torna-se o melhor CMS do mundo. Depois de ter sido anunciado que todos os blogs do Windows Live Writer passarão, nos próximos seis meses, para o WordPress, voltamos à carga com 10 novas dicas para WordPress que você poderá usar sem restrições para otimizar ao máximo seu blog. Conforme referido pelos amigos do CatsWhoCode, regularmente estão saindo novos hacks e truques para explorar ao máximo as potencialidades no seu blog WordPress.

Tome nota das 10 novas dicas para WordPress que temos para você:

1. Remova a auto-linkagem nos comentários


Se alguém deixar um comentário em seu blog com um URL, esse URL será automaticamente transformado num link pelo WordPress. Embora isso possa ser útil, haverá certamente muitos usuários que não gostam de ver os links nos seus comentários.

Remover a auto-linkagem é na verdade muito simples. Copie e cole o código seguinte no seu arquivo functions.php. Assim que você salvá-lo, você irá reparar que os auto-links foram todos removidos.

remove_filter('comment_text', 'make_clickable', 9);

2. Notifique seus usuários de novas postagens


Se você estiver em um blog privado em WordPress, talvez seja interessante notificar seus usuários quando você publicar um novo conteúdo. Essa dica faz com que o WordPress verifique todos os endereços de e-mail de seus usuários na base de dados e envia-lhes automaticamente um e-mail sempre que você publicar uma nova postagem.

Obviamente, você não deverá colocar essa opção em seu blog, dado que o usuário não tem como remover a subscrição de e-mail, tornando-se, por ventura, um ato de spam exagerado e indesejável. Tenha cuidado na abordagem que faz.

function email_members($post_ID)  {

global $wpdb;
$usersarray
= $wpdb->get_results("SELECT user_email FROM $wpdb->users;");
$users
= implode(",", $usersarray);
mail
($users, "Nova postagem online!", 'Foi publicada uma nova postagem em http://www.wordpress-love.com');
return $post_ID;
}

add_action
('publish_post', 'email_members');

3. Datas em formato Twitter


Mostrar as suas datas num formato "há 5 dias" está se tornando muito popular nos blogs graças ao Twitter.

Existem muitas dicas complexas para conseguir fazer isso em blogs WordPress, no entanto, poucos sabem que o próprio WordPress tem uma funcionalidade interna para fazer algo parecido: human_time_diff().

Basta copiar e colar o seguinte código no loop das suas postagens, e ele irá mostrá-las num formato tipo Twitter.

Posted php echo human_time_diff(get_the_time('U'), current_time('timestamp')) . ' ago'; ?>

4. Mostrar thumbnails (miniaturas) nos RSS feeds


Introduzida no WordPress 2.9, a funcionalidade the_post_thumbnail() é muito útil para mostrar uma imagem de thumbnail (miniatura) anexada às suas postagens. Infelizmente, não existe nenhuma forma integrada no WordPress para fazer com que você possa mostrar esses thumbnails nas suas postagens de RSS feed.

Felizmente, a função seguinte consegue resolver esse problema. Copie e cole-a no seu arquivo functions.php, guarde-o, e os seus thumbnails irão começar a ser mostrados nos seus RSS feed.

function diw_post_thumbnail_feeds($content) {

global $post;
if(has_post_thumbnail($post->ID)) {
$content
= '
' . get_the_post_thumbnail($post->ID) . '
'
. $content;
}
return $content;
}
add_filter
('the_excerpt_rss', 'diw_post_thumbnail_feeds');
add_filter
('the_content_feed', 'diw_post_thumbnail_feeds');

5. Bloqueie pedidos externos


Originalmente, o WordPress faz pedidos externos para indicar a certos serviços que o seu blog está atualizado e também para carregar as informações do WordPress news que são mostradas no seu painel de controle. Pessoalmente, as notícias do WordPress não me interessam muito, dado que sigo todas elas nos canais da empresa, mas remover esses pedidos externos pode ser uma mais-valia. Adicione simplesmente a seguinte linha de código a seu arquivo wp-config.php:

define('WP_HTTP_BLOCK_EXTERNAL', true);


Se precisar de aceitar alguns pedidos externos, você pode criar uma lista de permissões:

define('WP_ACCESSIBLE_HOSTS', 'rpc.pingomatic.com');


Essa linha de código tem de ser colada igualmente no seu arquivo wp-config.php.

6. Modo debug fácil


Quando as coisas correm mal, você pode sempre recorrer à super útil ferramenta de debug do WordPress, WP_DEBUG. Originalmente, você tem de colar uma linha de código em seu arquivo wp-config.php para tornar o modo debug disponível.

Se você necessitar acessar de forma fácil o modo debug, mesmo quando seu site está online, você deverá editar seu arquivo wp-config.php e substituir:

define('WP_DEBUG', true);


por:

if ( isset($_GET['debug']) && $_GET['debug'] == 'debug')

define
('WP_DEBUG', true);


Depois de feito, adicione simplesmente um parâmetro GET ao seu URL da página onde pretende colocar o debug. Exemplo:

http://www.wordpress-love.com/sobre?debug=debug


Por razões óbvias de segurança, você deverá dar um nome ao "debug" diferente, de forma que ninguém possa colocar seu blog em modo debug também.

7. Usar shortcodes em arquivos de template

Os WordPress shortcodes são uma excelente forma de você adicionar conteúdos do tipo rss feeds, google maps, galerias, entre outros, nos seus posts ou páginas. Mas que tal colocar shortcodes diretamente a partir do seu template?

Existe uma função integrada ao WordPress, mas a grande maioria dos usuários nunca ouviu falar dela. A função chama-se do_shortcode().

do_shortcode('

'
);


8. Permitir o upload de mais tipos de arquivos


Se você alguma vez tentou carregar arquivos não muito comuns como os Textmate .tmCommand no seu blog WordPress, provavelmente teve como resultado um erro, porque na verdade o WordPress não aceita esse tipo de arquivos.

Felizmente, você pode acrescentar novos tipos de arquivos às listagens permitidas pelo WordPress. Fazê-lo é muito fácil. Copie e cole o seguinte código no seu arquivo functions.php, e está feito. Note, no entanto, a forma como separamos os diferentes tipos de arquivos.

function addUploadMimes($mimes) {

$mimes
= array_merge($mimes, array(
'tmbundle|tmCommand|tmDragCommand|tmSnippet|tmLanguage|tmPreferences' => 'application/octet-stream'
));
return $mimes;
}
add_filter
('upload_mimes', 'addUploadMimes');

9. Shortcode para visualizador de PDFs do Google Docs


O Google Docs é uma excelente forma de ler arquivos .pdf, .doc ou .xls online. Portanto, se você desejar partilhar um arquivo PDF com seus leitores, que tal criar um shortcode para esse PDF em vez de forçar o download?

Copie e cole a seguinte função em seu arquivo functions.php.

function pdflink($attr, $content) {

return ' . $attr['href'] . '">'.$content.'';
}
add_shortcode
('pdf', 'pdflink');

Assim que guardar o arquivo, poderá usar o shortcode nos seus posts e em suas páginas. Eis a sintaxe:

[pdf href="http://seusite.com/linkpara/ficheiro.pdf"]Ver PDF[/pdf]

10. Detectar browser do usuário via WordPress


Este truque não é tão novo quanto os outros, mas é um dos mais engraçados. O que esse código faz concretamente é detetar o nome do browser do visitante e adicioná-lo à função body_class().

Dessa forma, você pode corrigir bugs que seu blog tenha em browsers específicos. Essa função tem de ser copiada e colada no seu arquivo functions.php.

add_filter('body_class','browser_body_class');

function browser_body_class($classes) {
global $is_lynx, $is_gecko, $is_IE, $is_opera, $is_NS4, $is_safari, $is_chrome, $is_iphone;

if($is_lynx) $classes[] = 'lynx';
elseif
($is_gecko) $classes[] = 'gecko';
elseif
($is_opera) $classes[] = 'opera';
elseif
($is_NS4) $classes[] = 'ns4';
elseif
($is_safari) $classes[] = 'safari';
elseif
($is_chrome) $classes[] = 'chrome';
elseif
($is_IE) $classes[] = 'ie';
else $classes[] = 'unknown';

if($is_iphone) $classes[] = 'iphone';
return $classes;
}

Até já e bons truques!

06/10/2010